Páginas aleatórias; rabiscadas...
Não me lembro de ter feito isso hoje, alias,
Não me lembro de ter feito isso a um longo tempo.
De que adianta dizer coisas bonitas ou intelectuais,
Se na verdade elas não fazem sentido algum.
Trezentos e sessenta e cinco dias: Tempo para estar presente.
Neste tempo, alguns escolhem viver mais um pouco,
Ou desejam o amor, para tentarem não sofrerem depois.
Como mostrar que você não é aquilo que alguém acha que você é;
Como mostrar que você é mais que isso?
Mostrar que seu ser é mais que palavras fúteis e imaturas...
Talvez não adiante, nem todos acreditariam na verdade,
Pois a partir de certo ponto eu não sou mais verdade,
Sou uma mentira que não queria ser para você.
Em todo este tempo,
Ás vezes temos apenas que ter fé, afinal,
De um jeito ou de outro, tudo ficará bem.
Não da para saber se um ano é suficiente
Para uma alma chegar ao seu estado limite de evolução,
Muitos acabam por tentar novamente.
Em trezentos e sessenta e cinco dias
Podemos sentir apenas dor,
podemos simplesmente aprender a amar facilmente.
Vemos pessoas estranhas entrando em nossas vidas,
Assim agitando-as completamente.
Estranhos podem passar a vida ao nosso lado,
Mas alguns destes ficam parados em um clima pesado demais,
Fazendo-nos concluir que por mais tempo que eles
Tenham passado junto de nós, ainda são estranhos.
Tanto tempo que vira tão depressa,
Tantos pensamentos que por muitos momentos nos fazem não pensar,
Tantas vidas e sonhos se depreciando pelo mal de alguns.
Trezentos e sessenta e cinco dias...
Tempo o bastantes para almejar uma virtude?
Uma virtude na qual valha à pena acreditar,
Não importa a dor e sofrimento presente.
(Betim.Giovane)
01/01/2010
Seu lindo! haha
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